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Ferrari diz que não construirá carros autônomos e que motores a gasolina não vão a lugar nenhum

O futuro da Ferrari não é totalmente elétrico

O Ferrari Luce pode ter sido descrita pelos designers do Cavalo Empinado como um vislumbre do futuro da empresamas esse futuro aparentemente não envolve substituir tudo por baterias. Mais importante ainda para os tradicionalistas, também não envolve uma Ferrari que se dirige sozinha.

Falando com DirigirO CEO da Ferrari, Benedetto Vigna, deixou claro que carros totalmente autônomos não estão em questão. Enquanto outras marcas perseguem a tecnologia mãos-livres, a Ferrari segue o que sabe melhor.

“Não fabricaremos carros totalmente autônomos – em alto e bom som. Queremos que as pessoas se divirtam, não os chips”, disse Vigna.

Isso ocorre no momento em que a Ferrari lança o Luce, seu primeiro modelo totalmente elétrico. O carro gerou muitas conversas sobre o que a Ferrari representa, mas Vigna diz que tornar-se elétrico não significa perder o que torna uma Ferrari especial.

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Nenhuma Ferrari autônoma, mas muitas opções de escolha

Vigna tem certeza de que dirigir ainda está em primeiro lugar. Enquanto outras marcas buscam mais automação e software, a Ferrari quer uma pessoa real no controle.

“Quando falo em carros autônomos, falo em L3+. Queremos ter um volante e um homem ou uma mulher ao volante. Caso contrário, por que comprar uma Ferrari?” Vigna disse Dirigir.

A Ferrari não está tratando o Luce como um carro único ou de conformidade. É apenas mais uma opção na programação. Vigna diz que o objetivo não é substituir os motores de combustão, mas dar mais opções aos compradores.

“Temos IC (combustão interna), temos o híbrido e temos o elétrico. Ponto final. Aí o cliente pode pegar o que quiser”, explicou à publicação.

Ferrari diz que o interesse no Luce é forte – e que alguns compradores já concluíram suas transferências bancárias – mesmo em meio ao debate sobre sua aparência e preço. Seguindo em frente, o EV ficará ao lado dos modelos a gasolina, e não em vez deles, então os compradores apenas escolherão a experiência Ferrari que desejam.

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O futuro da Ferrari ainda parece familiar

Movimentos recentes mostram que a Ferrari não terminou com motores de combustão. Há relatos de um manual limitado 12Cilindrique se destacaria em um mercado repleto de paddle shifters.

Separadamente, as patentes sugerem que a empresa está explorando maneiras incomuns para preservar o caráter do V12, mesmo com os regulamentos mais rígidos. Também há rumores sobre um F80 mais focado e o Nome GTO voltandomostrando que a Ferrari ainda valoriza sua herança.

O ponto principal aqui é que a Ferrari não está escolhendo apenas um caminho. O Luce faz parte do que vem por aí, mas ainda há espaço para híbridos, V8s, V12s e um verdadeiro motorista ao volante.

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